“Existem datas que entram para os livros de História. Outras entram para dentro de nós.”
Ao longo da vida, somos ensinados que a História é construída por grandes acontecimentos: guerras, revoluções, descobertas científicas e crises econômicas.
Mas existe um detalhe curioso.
Quase nunca percebemos que estamos vivendo um desses momentos enquanto ele acontece.
Foi assim em 1944, quando milhares de soldados desembarcaram na Normandia sem saber se sobreviveriam às próximas horas. Somente anos depois aquele episódio seria reconhecido como um divisor de águas na história da humanidade.
Foi assim também em março de 2020.
Naquele momento, ninguém imaginava que estávamos entrando em um dos maiores pontos de ruptura do século XXI.
Hoje, olhando para trás, podemos dizer que aquele foi o nosso Dia D.
Muito além da pandemia
Quando pensamos na pandemia, normalmente lembramos de hospitais, máscaras, álcool em gel e isolamento social.
Mas talvez essas sejam apenas as consequências mais visíveis.
A verdadeira transformação aconteceu dentro das pessoas.
Milhões de profissionais precisaram reinventar suas carreiras.
Empresas descobriram que poderiam funcionar remotamente.
Famílias passaram meses convivendo de forma intensa.
Outras foram separadas pela distância.
Muitas pessoas perderam empregos.
Outras descobriram novos propósitos.
Algumas fortaleceram relacionamentos.
Outras perceberam que viviam histórias que já haviam terminado.
Foi como se o mundo inteiro tivesse sido obrigado a parar para responder uma pergunta simples:
Quem você é quando tudo aquilo que parecia seguro desaparece?
O verdadeiro significado da Hora H
Existe um equívoco comum quando pensamos na expressão “Hora H”.
Muitos acreditam que ela representa apenas um horário.
Na prática, ela representa algo muito maior.
É o instante em que deixamos de apenas pensar e começamos a agir.
É quando não existem mais ensaios.
Nem planos.
Nem desculpas.
Existe apenas a decisão.
Durante a pandemia, milhões de pessoas viveram exatamente esse momento.
Alguns decidiram mudar de profissão.
Outros abriram empresas.
Muitos passaram a valorizar mais o tempo com a família.
Outros perceberam que estavam vivendo no piloto automático.
Cada pessoa teve sua própria Hora H.
Quando uma expressão ganha um novo significado
Foi justamente dessa reflexão que nasceu o romance “No Dia D na Hora H – Entre a Loucura e o Despertar”, de Thiago Ricieri Trivelato.
Embora inspirado por uma expressão histórica, o livro propõe um olhar diferente.
Em vez de contar uma batalha travada entre exércitos, apresenta a jornada de Dante, um personagem que, em meio ao caos da pandemia, precisa enfrentar seus próprios medos, suas sombras e escolhas. À medida que o mundo entra em lockdown, sua realidade também se transforma, misturando acontecimentos concretos com uma jornada simbólica de autoconhecimento.
A pergunta deixa de ser:
“Quando começou a operação?”
E passa a ser:
“Quando começou a transformação?”
Talvez todos nós tenhamos um Dia D
Não importa a idade.
Não importa a profissão.
Não importa onde você mora.
Em algum momento da vida, todos chegaremos diante de uma decisão que mudará completamente nossa história.
Às vezes essa mudança será provocada por uma crise.
Às vezes por uma oportunidade.
Às vezes por uma perda.
Às vezes por um encontro.
O importante é perceber que o Dia D não acontece apenas na História.
Ele acontece diariamente, dentro de milhares de pessoas.
O que fazemos depois do Dia D?
Existe uma pergunta ainda mais importante do que identificar nosso momento decisivo.
O que fazemos depois dele?
Algumas pessoas passam o resto da vida tentando voltar ao passado.
Outras entendem que não existe retorno.
Existe apenas evolução.
Talvez seja justamente isso que diferencia quem apenas sobrevive de quem realmente desperta.
Conclusão
A expressão “No Dia D, na Hora H” atravessou décadas porque fala sobre algo universal.
Todos nós teremos momentos que exigirão coragem.
Momentos em que o futuro dependerá de uma única decisão.
A pandemia foi, sem dúvida, um desses momentos para toda a humanidade.
Mas a verdadeira transformação não aconteceu apenas nas ruas vazias ou nos hospitais lotados.
Ela aconteceu dentro de cada pessoa.
E talvez seja por isso que continuamos falando sobre aquele período.
Não porque desejamos revivê-lo.
Mas porque foi nele que muitos descobriram quem realmente eram.
Continue essa reflexão
Se essa ideia despertou sua curiosidade, vale conhecer “No Dia D na Hora H – Entre a Loucura e o Despertar”, de Thiago Ricieri Trivelato.
O romance transforma uma expressão histórica em uma narrativa sobre escolhas, consciência, simbolismo e transformação humana, usando a pandemia como pano de fundo para discutir a jornada interior que todos enfrentamos.
Vivemos na era da hiperconectividade e do excesso de informações. Diariamente, somos bombardeados por estímulos que exigem alta performance, produtividade constante e tomadas de decisão rápidas. É nesse cenário de pressão contínua, onde o risco de burnout e esgotamento mental é cada vez maior, que muitas vezes perdemos a conexão com o nosso verdadeiro propósito.
Foi mergulhando nesses extremos e na profunda necessidade de autoconhecimento e inteligência emocional que escrevi o meu livro No Dia D, Na Hora H: Entre a Loucura e o Despertar.
Mais do que uma simples leitura, esta obra é um convite para uma jornada de transformação pessoal e expansão da consciência.
A Ciência da Mente e a Busca por Propósito
O livro explora os complexos conflitos internos que todos nós enfrentamos quando as exigências da rotina corporativa e pessoal entram em choque com a nossa essência. Através de uma abordagem que une filosofia de vida e reflexões sobre a ciência da mente, o texto propõe um olhar corajoso sobre os nossos medos, bloqueios limitantes e o desenvolvimento de um novo mindset.
O que significa estar “Entre a Loucura e o Despertar”? Significa reconhecer o caos externo e, ainda assim, desenvolver a resiliência emocional necessária para encontrar clareza. É sobre como aplicar a liderança humanizada primeiramente a si mesmo, gerenciando crises internas antes de liderar o mundo ao redor.
Por que ler “No Dia D, Na Hora H”?
Ao longo das páginas, abordo temas que estão no centro das discussões contemporâneas sobre qualidade de vida e desenvolvimento humano. O conteúdo foi desenhado para quem busca aprimorar suas soft skills e encontrar equilíbrio:
Gestão Emocional e Saúde Mental: Ferramentas reflexivas para lidar com a ansiedade do mundo moderno e o estresse cotidiano.
Tomada de Decisão sob Pressão: Como manter o foco e a clareza no “dia D e na hora H”, gerenciando conflitos com sabedoria.
Liderança Humanizada: A importância da empatia, da escuta ativa e da inteligência interpessoal na construção de relações mais saudáveis, seja no ambiente corporativo ou na vida pessoal.
Despertar da Consciência: Um convite ao mindfulness (atenção plena) e à quebra de paradigmas, promovendo um verdadeiro reboot mental.
Para quem é este livro?
Se você é um profissional buscando aprimorar sua gestão de tempo e energia, um líder focado em desenvolvimento ágil e humano, ou simplesmente alguém em busca de paz interior, motivação e autodesenvolvimento, esta obra foi escrita para você. Em tempos de incerteza, investir no próprio bem-estar psicológico e na agilidade emocional é o maior diferencial que podemos ter.
Convido todos a darem o primeiro passo rumo a essa mudança de perspectiva. Conheça mais sobre o projeto, leia um trecho exclusivo e adquira o seu exemplar acessando o site oficial:
Em 1895, a empresa norte-americana John Deere lançou uma cartilha na qual fornecia aos fazendeiros ideias para aumentar seus lucros através do que hoje é conhecido como marketing de conteúdo. O termo é profundamente difundido nos dias atuais, no entanto, só foi cunhado no final do século passado e somente a partir daí que começou a se popularizar.
Marketing de conteúdo, como o próprio nome diz, significa criar conteúdo relevante relacionado aos produtos de uma empresa e entregá-la ao seu público consumidor. É algo que vai além de propaganda e vendas, pois esse conteúdo relevante vai de encontro ao que o consumidor procura saber. Vídeos, infográficos, cartilhas, blogs, e-books; existem diversas as plataformas que você pode explorar para criar e divulgar seus conteúdos.
Um bom marketing de conteúdo deve ser capaz de gerar interesse dos consumidores e te ajudar a melhorar as conversões de potenciais clientes em clientes fiéis.
Vamos conhecer como o e-commerce pode utilizar essa estratégia a seu favor!
1. Conheça bem o seu público
Antes de começar a desenvolver conteúdo é fundamental conhecer o seu público. Quem é o seu público ideal? Onde você pode encontrá-lo (buscadores, redes sociais, blogs, etc)? Quais as suas necessidades? Que tipo de conteúdo ele prefere?
Para conhecer melhor o seu público, comece pesquisando na sua base de dados já existente para identificar os tipos de compradores mais comuns do seu produto. É possível que haja perfis bem distintos de compradores, por isso é importante categorizá-los. Exemplo: se você tem um e-commerce de flores, separe os clientes que entram na sua loja buscando flores para a namorada/esposa dos clientes que compram flores para familiares em datas específicas. Através disso será possível enxergar com mais clareza os tipos de conteúdo a serem criados e a abordagem baseada em cada perfil de consumidor.
Integre também ferramentas de análise ao seu site. A ferramenta mais popular nesse caso é o Google Analytics, que te dirá em detalhes quais termos foram buscados pelas pessoas que chegaram à loja, quanto tempo esses clientes ficaram em cada página e que formulários foram preenchidos. Esse tipo de dado te ajudará a entender melhor as necessidades do seu público-alvo e o que especificamente ele está procurando quando desembarca na sua página.
Antes de começar a criar conteúdo é muito importante criar um cronograma. Esse calendário de postagens deverá conter o tipo de conteúdo que você pretende fazer (blogpost, vídeo, e-book, infográfico, cartilha) e os meios onde pretende divulgar (redes sociais, anúncios pagos, e-mail marketing, newsletter, etc). Comece criando um calendário mensal inserindo o tipo de conteúdo criado, considerando a sazonalidade e as oportunidades especiais de temática que ocorrem em épocas festivas, como Natal, Dia das Crianças, entre outros.
Uma outra dica para saber que conteúdos desenvolver primeiro é realizar uma pesquisa detalhada em termos de palavras-chave relacionadas aos tópicos que você pretende desenvolver. Procure verificar, por exemplo, palavras-chave que tenham menor concorrência e/ou que gerem um grande volume de pesquisas. Ao criar conteúdo posicionado em temáticas que despertem o interesse dos usuários – levando em conta as palavras-chave encontradas, principalmente no título e no corpo do texto – você estará contribuindo com a possibilidade de ser mais facilmente achado nos mecanismos de buscas (mais uma tática para trazer mais visitas a sua loja).
Conhecimento: quando o cliente conhece a sua marca e se identifica com ela por conta de alguma necessidade específica;
Pesquisa: ciente de sua necessidade, o cliente procura por lojas que ofereçam produtos que possam supri-la;
Hora de comparar e decidir: nesta etapa, o cliente já considerou as alternativas e começa a decidir onde comprar;
Compra: etapa em que o cliente decide onde comprar.
Para cada uma dessas etapas existe um ou mais tipos de conteúdos recomendados. Exemplo: hoje em dia é muito comum ganhar novos consumidores através das mídias sociais, portanto, capriche no conteúdo oferecido nesses canais para que sua loja esteja sempre bem cotada e em evidência. Para a etapa de pesquisa, que é quando a pessoa está procurando lojas que possam atender certa demanda, recomenda-se e-books ou webinars, já que essas peças podem ajudar o cliente a entender com mais clareza o produto. Para a fase comparativa, que é quando o consumidor está prestes a decidir, o ideal é trazer estudos de caso ou depoimentos dos clientes que mostrem o diferencial da sua marca. Por fim, a etapa de compra deve ser permeada por conteúdos instrutivos, como posts detalhando determinado produto.
4. Crie vídeos de conteúdo
Criar vídeos de conteúdo, como aqueles de “como utilizar um produto”, ou apenas um vídeo humorístico e criativo podem ter impacto em diferentes âmbitos do seu negócio.
Um bom vídeo também pode contribuir para o aumento das vendas, principalmente quando colocado na sua landing page, como um vídeo explicativo, por exemplo, ou diretamente na página do produto. Isso aumentará a confiança do consumidor ao proporcionar mais uma forma de visualizá-lo. De acordo com o Invodo, 52% dos clientes disseram se sentir mais confiantes para prosseguir com a compra ao assistir um vídeo do produto.
Uma modalidade de vídeo interessante é a que traz o modo de operar o produto e ao mesmo tempo agrega dicas de como melhor utilizá-lo (isso pode parecer óbvio, mas para o consumidor nem sempre é!). Por exemplo: se você possui uma loja de produtos para cuidar dos cabelos, crie um vídeo simples explicando como utilizar sua linha de produtos. Além disso, dê dicas de como cuidar melhor de cada tipo de cabelo ou faça um vídeo com um cabeleireiro tirando dúvidas de suas clientes. Use sua experiência no seu negócio a seu favor!
Outra dica simples vem do e-commerce americano Zappos. De acordo com o site econsultancy.com, a empresa conseguiu aumentar suas conversões entre 6% e 30% para os produtos em que anexou um simples vídeo como esse abaixo:
Como você pode ver, vídeos simples anexados diretamente na página de produtos permitem ao cliente ter uma ideia completa da mercadoria, criando assim mais confiança para o momento da compra.
Ter um blog para o seu e-commerce é um dos caminhos mais interessantes para gerar marketing de conteúdo diretamente alinhado com a sua audiência. Criar um blog interessante aos usuários e que auxilie o seu negócio a crescer exige paciência e tempo, mas não é uma tarefa impossível!
Cada negócio e objetivo exigem diferentes frequências de postagens, portanto, é difícil definir um número exato de postagens para todos os blogs. O mais correto é seguir uma lógica: caso você queira alcançar um grande número de acessos mais rapidamente, você pode começar com duas ou três postagens por semana. A dica para os iniciantes é postar entre uma ou duas vezes por semana e lembrar sempre de acompanhar os comentários dos usuários.
Apesar de ser um blog da sua empresa, ele deve ser feito para ser útil e interessante aos leitores, portanto, tenha cuidado com postagens nitidamente comerciais. A sua experiência, possibilidade de tempo, dicas dos leitores e também o número de acessos podem te ajudar a regular o número e frequência das postagens.
Por fim, qual o tamanho ideal de cada post? Bem, isso também varia de acordo com sua disponibilidade de tempo e experiência, mas evite textos muito longos e cansativos, afinal, quem hoje tem tempo para parar durante um dia para ler um post enorme e ainda compartilhá-lo nas mídias sociais? Aposte em textos curtos e objetivos e faça um teste com infográficos. Existe uma ferramenta bem legal chamada Piktochart que permite que você crie infográficos de forma simples e sem a necessidade de um conhecimento técnico em ferramentas de design. É realmente simples e o melhor: é gratuito (há também a forma paga, mas é possível criar infográficos legais com a ferramenta gratuita).
6. Crie postagens envolventes e criativas
Quanto ao conteúdo criado, o caminho interessante nem sempre passa diretamente pelo óbvio, mas sim por vezes pelo ousado e contestador. Para criar postagens envolventes e exitosas, o primeiro passo é ser autêntico.
Uma estratégia recente da Dove trabalhou justamente dentro dessa autenticidade. Ao ser uma empresa que vende produtos para a beleza feminina e que atua em um mercado às vezes irreal e inescrupuloso, a Dove teve uma ideia ousada e interessante que gerou um debate sobre como esse mercado retrata às mulheres.
O que podemos aprender com esse caso prático é que a originalidade vale mais do que excessivos gastos em super-campanhas, já que essa iniciativa da Dove, de uma maneira simples e direta, conseguiu entregar justamente o que muitos consumidores buscavam saber ou esperavam escutar.
Jamais tenha medo de ousar e ser autêntico sobre os temas que utilizar em suas estratégias de marketing de conteúdo, pois isso gera mais oportunidades de sucesso e de identificar seu cliente com a filosofia da sua empresa. Por exemplo: se você tem uma loja de suplementos ou esportes, por que não trazer a temática do abuso do consumo de substâncias para emagrecimento? Ou, ainda, que tal fazer um vídeo ou blogpost sobre os tipos de contusões nas quais os esportistas estão sujeitos e como se cuidar para evitá-las?
7. Capriche na qualidade das fotos
O uso de fotos de qualidade é extremamente importante para um e-commerce. Redes sociais como Instagram e Pinterest, focadas diretamente em imagens, capitalizam essa tendência do mundo moderno. Fotos que explorem os detalhes dos produtos e que enfatizem a qualidade do caimento costumam dar mais confiança aos clientes.
Fotos bonitas dos produtos que você vende funcionam bem dentro do seu blog e da sua loja. Entretanto, tenha cuidado com a propaganda excessiva nas redes sociais. É legal divulgar seus produtos, mas ninguém gosta de ver apenas isso em posts no Pinterest e Instagram.
8. Faça o seu conteúdo chegar à sua audiência
Criar um cronograma de marketing de conteúdo, elaborar bons textos e vídeos criativos é legal, mas de nada adianta ter um conteúdo bom e não alcançar sua audiência. Existem inúmeras maneiras de divulgar e espalhar seu conteúdo pela internet. Veja algumas delas:
Divulgue nas redes sociais: saber se posicionar nas redes sociais pode te render muitos compartilhamentos e embasamento social para a sua marca. Ferramentas como o Hootsuite te ajudam a programar e gerir múltiplos posts em diversos canais. Está começando agora? Dê uma olhada nos nossos guias de marketing para o Facebook e Twitter;
Newsletter: essa estratégia te ajuda a conquistar novos interessados em seu conteúdo e a manter perto os antigos seguidores. Você pode disparar a sua newsletter através de programas de e-mail marketing, como o MailChimp e o Dinamize;
Existem algumas perguntas que você pode se fazer no momento em que for implementar uma estratégia de conteúdo. O importante é que você escreva as “respostas” como forma de organizar a sua ideia e verificar se o que você realmente irá criar é um conteúdo com maiores chances de êxito:
Esse conteúdo tem credibilidade e é honesto? Reflete a filosofia da minha empresa?
Esse conteúdo é informativo?
Esse conteúdo é fácil de entender?
Esse conteúdo é útil?
Esse conteúdo é excepcional?
As respostas foram positivas? Que bom! Agora você já tem argumentos palpáveis de que a sua ideia é realmente viável.
Vale lembrar que o marketing de conteúdo deve ser criado para inspirar os seus atuais clientes e alcançar aqueles consumidores em potencial. Elevar sua audiência, criar um elo com a sua marca e melhorar o seu posicionamento nos sites de busca são apenas alguns benefícios que o conteúdo de qualidade pode trazer para a sua loja online!
No mundo do comércio online, a medição de resultados é algo de suma importância empreendedor que pretenda crescer e se estabelecer nesse meio. É por meio dessas medições, conhecidas como métricas de e-commerce, que é possível perceber e acompanhar qual estratégia está surtindo efeito e qual não está funcionando tão bem quanto deveria, permitindo a manutenção da estratégia para que o resultado alcançado seja o mais próximo do ideal.
Dito isso, vamos dar uma olhada em algumas dessas métricas para entendermos melhor como cada uma delas funciona e qual poderá auxiliar e responder melhor às suas necessidades. Confira:
1. O Custo de Aquisição de Cliente (CAC)
Como o próprio nome já diz, o Custo de Aquisição de Cliente (CAC) é uma métrica que calcula quanto de dinheiro você deverá investir para que consiga adquirir um cliente. Por exemplo, um post patrocinado no Facebook aumenta sua visibilidade e, consequentemente, o número de visitantes no seu site, mas você precisa comprar o post patrocinado — logo, consome seu capital.
A lógica está em como aumentar o tráfego do site, seja por meio de posts patrocinados ou campanhas publicitárias para aumentar a visibilidade do seu negócio e transformar os visitantes do seu site em seus clientes. O CAC é quem vai ajudar você a calcular e avaliar a melhor forma de aumentar a visibilidade e o número de clientes da forma mais econômica possível.
2. A métrica de e-commerce do Carrinho Abandonado
Uma métrica de e-commerce que ajuda bastante é a do carrinho abandonado. Ela funciona quando alguém adiciona um item ao carrinho de compras do site, mas por algum motivo desiste da compra, deixando o produto abandonado no carrinho.
Isso acontece por causa de alguns motivos. Por exemplo: preços muito mais altos que o da concorrência, prazo de entrega muito elevado, frete caro, entre outros. Essa métrica indica que houve a intenção de compra, mas, possivelmente, um desses exemplos ocasionou a desistência do cliente. Logo, tente manter a taxa de abandono do carrinho baixa.
3. Taxa de Conversão (TC) de visitantes
Quanto mais pessoas visitam seu negócio, maior a chance de que uma venda seja concretizada. A Taxa de Conversão (TC) serve exatamente para isso. Ela faz uma porcentagem para ver quantas das pessoas que visitam sua loja acabam comprando seus produtos.
Imagine a seguinte situação: uma loja tem uma média de 100 visitantes, mas só 10% das pessoas que entram nessa loja acabam comprando algum produto. Então, das 100 pessoas que podiam ter realizado alguma compra, apenas 10 realmente compraram. Portanto, fica óbvia a importância de manter seu TC sempre o mais alto possível.
4. A Rentabilidade do Produto
Essa métrica é bastante útil, pois mostra quais produtos são os mais procurados no seu site e quais são os mais vendidos e que geram mais lucro. Isso ajuda a selecionar melhor os itens mais vendidos na hora de colocar em destaque, seja na home do site ou um post patrocinado, para que aproveite o sucesso e impulsione ainda mais suas vendas.
5. Taxa de Reclamação e sua importância
Para obter sucesso em qualquer tipo de comércio, deve-se sempre tentar agradar ao máximo seu cliente correspondendo da melhor maneira possível às necessidades dele. A Taxa de Reclamação pode impedir seu sucesso na internet, tendo em vista o receio ainda existente em boa parte das pessoas com as compras online.
Desse modo, sempre tenha em mente a importância dessas métricas de e-commerce, tente manter uma boa reputação para o negócio e foque em melhorar progressivamente a confiança dos seus clientes para conquistar cada vez mais consumidores.
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